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Paramiloidose

Polineuropatia ATTR, Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF), Paramiloidose ou Doença dos Pezinhos são todos nomes da mesma doença.

Apesar de já identificada em cerca de 1.865 pessoas em Portugal, acredita-se que muitos doentes estão ainda por diagnosticar. Esta doença origina lesões irreversíveis, por isso é importante que seja diagnosticada o mais cedo possível. A Paramiloidose é causada pelo depósito de pequenas proteínas anómalas nos nervos, no coração, nos rins ou no aparelho digestivo. É uma doença irreversível e rapidamente incapacitante, podendo ser fatal em 10 anos se não receber tratamento adequado. 1- 4

 

Quais as causas?

A Polineuropatia ATTR é uma doença hereditária, ou seja, é transmitida aos filhos por um dos pais biológicos, mesmo que este não apresente sinais ou sintomas das doenças. É uma doença que se manifesta apenas na idade adulta.

Cerca de metade dos filhos de um portador recebe o gene mutado (doença genética autossómica dominante). Os antecedentes familiares são úteis no estabelecimento de um diagnóstico precoce.6

Conheça os sintomas da Paramiloidose

Os sintomas sensitivos são por norma os primeiros a ocorrer, mas a forma como a doença se revela e progride varia muito de pessoa para pessoa. Normalmente é identificada a partir de uma conjugação de sintomas dos dois grupos seguintes:

Sintomas sensitivos e motores nos pés, pernas e/ou mãos... 
- Perda de sensibilidade à temperatura;
- Formigueiros, picadas, dormência ou perda de sensação;
- Dor intensa nos pés e parte inferior das pernas;
- Atrofia muscular, fraqueza e dificuldade em andar.

... em conjunto com alguns outros sintomas
- Perda de peso acentuada e involuntária;
- Tonturas ou desmaio após levantar-se;
- Episódios alternados de obstipação e diarreia;
- Dificuldade em urinar ou em reter a urina;
- Dificuldade em obter ou manter uma ereção.7
 

Um passo em frente na Polineuropatia ATTR

Mais Informação

Para saber mais consulte: 

Pfizer.com

Referências:

1. Ando Y et al. J Neurol Sci. 2016;362:266-271. 2. Rowczenio DM et al. Hum Mutat. 2014 Sep;35(9):E2403-12. 3. Sekijima Y. J Neurol Neurosurg Psychiatry. 2015 Sep;86(9):1036-43. 4. Ines M et al Neuroepidemiology. 2018;51(3-4):177-182 5. Sipe JD et al. Amyloid 2016;23(4):209-13. 6. Sekijima Y et al. Pagon RA, Bird TD, Dolan CR, Stephens K, eds. GeneReviews [Internet]. Seattle, WA: University of Washington; 1993-2009.7. Conceição I et al. Journal of the Peripheral Nervous System 21:5-9, 2016.

 

PP-PFE-PRT-0227